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Archive for janeiro \31\UTC 2009

Lipbalm

 

Hoje enquanto comprava uns creminhos na Bath & Body Works, descobri esse batonzinho super diferente.  Na verdade não é um batom, é mais um hidratante labial com uma cor bem discreta, mas discreta mesmo!  Gostei muito porque com o clima seco daqui é impossível viver sem um protetor para os lábios.  Sai sangue mesmo!  Mas o mais legal desse produtinho novo é o outro lado dele – um esfoliante feito de açúcar mascavo.  A esfoliação é suave, mas o suficiente para deixar a pele mais macia.  A sensação é uma delícia e mais gostoso ainda são os grãos de açucar que se soltam e ficam nos lábios.  Usei o lado vermelhinho após a esfoliação e os grãozinhos rapidinho se desfizeram.  Adorei!  Tinham várias opções lá e ainda bem que essa foi a escolhida.  Mas já tô até com vontade de voltar e experimentar outras…

 

Ex corde.   

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A prima da couve

Kale

Kale

Kale é o nome dela.  O sabor é o mesmo e o modo de cozinhar também.  A aparência é bem parecida, apenas com uns cachinhos nos cabelos que a prima couve não tem.  Essa aí de cima foi fatiada em tirinhas finas e refogada com cebola e bacon.  Adicionei uma massa integral al dente, pimenta do reino, sal, bastante azeite de oliva e servi acompanhando um bife temperado no alho.  Delícia de almoço de sábado!
 
Ex corde.

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Dia desses, enquanto corria na esteira da academia, eu assisti a um programa chamado Cash Cab.  Acho que se a televisão brasileira fosse copiar a idéia, se chamaria algo tipo “O Táxi da Fortuna”..  *risos*  Trata-se de um táxi dirigindo pelas ruas de Nova York que pega passageiros normalmente.  Depois que o passageiro diz para onde vai, TCHÃRÃM, luzes se acendem, uma corneta toca e o motorista anuncia que o passageiro está no Cash Cab.  Parece que todos sabiam do que se tratava e eu era a única alienada que nunca tinha ouvido falar naquilo.

O motorista explica as regras do jogo.  Serão feitas perguntas que o passageiro deve responder.  Cada pergunta vale dinheiro que vai sendo acumulado.  Se o passageiro for acertando, as perguntas vão valendo mais dinheiro e também ficando mais difíceis.  O passageiro não pode errar mais de 3 vezes.  Se isso acontecer, o táxi pára e o passageiro tem que descer, mesmo que ainda falte 10 quarteirões para chegar no destino.  E sem nenhum centavo.  Se o passageiro não souber uma resposta, ele tem direito a uma ligação do celular para alguém que possa ajudá-lo ou ainda parar alguém que esteja andando na rua.  Se o táxi parar no sinal vermelho, TCHÃRÃM, as luzes se acendem, uma corneta toca e o motorista anuncia que vai soltar uma pergunta-desafio.  Ela vale mais $$$ que as outras!

Vi uma família acertar todas e chegar no destino com $850 dólares acumulados.  Foi aí que o motorista fez uma proposta para eles encararem a vídeo-pergunta.  Tudo ou nada.  Se acertassem, o din-din acumulado seria dobrado.  Se errassem, perderiam tudo.  E não é que eles acertaram??  Saíram do táxi com $1.700 em notinhas verdinhas!!

Achei as perguntas bem interessantes porque são no estilo de trivias, sobre os mais diversos tópicos – geografia, história, cultura, ciência, esportes, etc. Mas mais interessante ainda foi descobrir que o programa é do Discovery Channel.  Olha só.  Fico imaginando o que mais falta ser inventado para atrair a atenção do público.

 

Ex corde.

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Coleguinhas

Falei das longas sessões de estudo, mas não falei dos meus parceiros.  Que pecado!!  Eles (literalmente) me dão energia para encarar loooongos textos sem cair no sono.  Minhas sinapses ficam menos lerdas e meus neurônios agradecem!

Em ordem de gostosura, na minha humilde opinião, eis o primeiro:

Häagen-Dazs

 O sorvete mais cremoso e saboroso que eu já provei!  Os sabores são todos deliciosos.  Tem de doce-de-leite, de pistache, café, chocolate com manteiga de amendoim, baunilha, morango, chocolate e tantos outros….  Sem falar no sorbet, que eu entendo como um sorvete de fruta sem a adição de leite.  O sorbet de manga dá sensação de que estou comendo a fruta!  Bom demais.  Ah, também já provei Häagen-Dazs de açaí e de chá verde (esse último na viagem para o Japão! ).  Eu já tinha provado essa marca no Brasil, mas sempre achei tão caro que nunca tive coragem de comprar.

 

O segundo gostoso da lista é o sorvete Ben&Jerry’s.

Ben&jerry

 

Essa marca é bem conhecida por aqui e tem um sabores mais diferentinhos, sempre com coisinhas dentro para mastigar.  O sorvete de cookie dough é o favorito de muita gente que conheço.  Nada mais é que sorvete de baunilha com pedacinhos de cookies.  Coisa boa!  Eu gosto muito do sorvete de chocolate com brownie, aquele bolinho solado. 

E o que eu mais gosto tanto na Häagen-Dazs como na Ben&Jerry’s são essas versões de potinhos de 100 ml.  Eu deixo aquele balde de um litro e meio para os americanos gordões se esbaldarem.  Prefiro os pequenininhos que têm as calorias contidas, custam $1.50 e ainda vem com uma colherzinha.   

Além de gostosos,  ainda são fofíssimos!

 

Ex corde.

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Desacostumada

Tinha esquecido que estudar cansa.  Chego no final do dia com o corpo todo dolorido depois de tantas horas sentada.  Isso sem contar com o cansaço mental – cabeça fica cheia.  Não sei quem foi que disse que vida de estudante é fácil.  Era mais tranquilo quando eu tinha que ir trabalhar, acredite!  Mas na verdade, acho que gosto mesmo é de intercalar as duas atividades, principalmente quando o estudo tem alguma aplicabilidade no trabalho.  É o meu desejo para o próximo ano, ou quem sabe até alguns meses?  Well, para isso acontecer em questão de meses, eu preciso me (re)acostumar com as muitas horas de cumplicidade entre eu e meus livros. 

 

Ex corde.

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Essa foi a mensagem que eu recebi no meu celular hoje cedo quando o Marido saía para trabalhar.

E isso foi o que eu vi:

 

A vizinhança

 

A neve continua caindo e segundo o jornal da manhã, vai cair durante o dia inteiro!  Para quem vai dirigir, isso não é uma notícia muito boa, pois o trânsito fica bem lento.  Para mim, é uma delícia!  Estou sentada no escritório de casa me preparando para começar a estudar – pijama de flanela quentinho, café, aquecedor nos pezinhos – e claro, os flocos de neve caindo pela janela.  Muito bom!

O inverno por aqui é bem frio, com temperaturas abaixo de zero durante quase a estação inteira.  Mas nevar, de deixar tudo branquinho, neva bem pouco.  Talvez seja por isso que eu goste tanto.  Talvez eu não estivesse dizendo isso se morasse mais para o norte onde a neve começa a cair em outubro e só para lá para março…      

 

Ex corde.

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Inspirada pela Fer!

Perdidinha-da-silva foi como me senti logo que cheguei nos Estados Unidos.  Diga-se de passagem, em todos os aspectos da minha vida.  Não foi nada fácil ter que reaprender tudo.  E para mim que sempre cozinhei em casa, foi uma sensação agoniante não saber nada sobre os ingredientes que via nas prateleiras dos mercados, o que servia para quê e quais os equivalentes dos produtos brasileiros.  Já não bastasse todo o resto do processo de adaptação, eu ainda mal conseguia fazer a comidinha caseira de todo santo dia.  Ahh…

Um dia, enquanto buscava uma receita na internet, encontrei o Chucrute com Salsicha.  Primeiro me encantei com as fotos e logo em seguida, com a maneira delicada que a Fer escreve.  Perdi horas daquele dia passeando pelas inúmeras histórias – sim, as receitas viram contos com os quais me deliciei apenas lendo.  Tive a sensação de estar sentada na mesa da cozinha dela. A simplicidade de alguns pratos e as combinações inusitadas me deixaram cheia de vontade de tentar.  Fui experimentando e me apaixonando cada vez mais por tudo que via lá.  Ela é uma brasileira que mora na Califórnia e que me apresentou um mundo novo de possibilidades na cozinha!  Com ela eu aprendi como substituir os ingredientes brasileiros, como usar certos temperos, onde achar certos produtos, além de incorporar certos aspectos da filosofia de vida dela.  Hoje sou muito mais consciente com a origem dos produtos que compro e espero um dia ser como ela!       

A cozinha sempre foi a minha terapia e, despretensiosamente, fui aprimorando a mão.  Alguns dizem que é de família – mamãe e tia cozinham maravilhas sem muito esforço!  Só sei que lá é onde desestresso, penso na vida e acho soluções.  Talvez não dê para imaginar a felicidade que foi quando me senti mais à vontade e segura para cozinhar aqui.  Foi uma grande consquista no meu processo de adaptação e se hoje estou adaptada em terras distantes, devo uma grande parte a Fer. 

Contei isso tudo por que hoje fiz duas inspirações recém saídas do forno dela:

quiche

Minha versão da versão da Fer do Quiche Lorraine!  Fiz bem parecido, apenas usando cubos grandes de presunto e o queijo Gruyere.  Ainda não provei, mas o cheiro tá maravilhoso!  Levei para a casa de amigos e foi um sucesso.  Não sobrou nada para contar a história!

Mushroom Tart

Também fiz o Mushroom Tart, igualzinho ao dela.  Simples, lindo e delicioso!
Acho bacana reconhecer os créditos da fonte das minhas inspirações e da grande força que recebi de lá.
Ex corde.

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