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Archive for março \31\UTC 2009

Florescendo!

As árvores que antes exibiam apenas seus galhos secos, agora voltam à vida com mais cor.  Umas florescem num tom meio branco, outras mais rosadas.  Tem também as amarelinhas.    Todas lindas e que contribuem para um visual muito diferente do eu estava acostumada.   

 

No estacionamento da biblioteca

 

Foto tirada na saída do estacionamento da biblioteca, hoje mais cedo.

Ex corde.

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Sabe quando alguém faz piadinha do outro que não entendeu muito bem o assunto?  Pois é, o que pede para desenhar sou eu tentando entender o sistema de saúde americano. 

É tanta informação que eu fico zonza, isso sem falar na complexidade da coisa.  Mas a parada não é enrolada só para mim não, é unânime.  Tanto é que achei uma série de vídeos bem engraçadinhos que tem a intenção de ajudar às pessoas a entender melhor.  E ajudam bastante, através de desenhos!

 

 

Ex corde.

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A prova-bomba está prestes a explodir e eu ando com os nervos à flor da pele.  Não vou conseguir estudar tudo que deveria, muito menos ler todo o material que eu tenho.  A prova foi adiantada em quase 3 meses e eu tive que priorizar os assuntos a serem estudados no melhor estilo “esse tópico eu estudo, esse outro não”.  Empirismo puro, porque não faço a menor idéia do que cai mais ou menos na prova.  O curto tempo para me preparar está me deixando bem ansiosa.

Para complementar a minha falta de tempo para estudar, estamos recebendo hóspedes em casa.  Sim, isso mesmo!  Quase chorei quando o Marido recebeu o telefonema.  Tudo bem que a minha atual situação não demanda muito para o chôrôrô começar… Mas eu considerei o fato demais para os 45 minutos do segundo tempo.  Acontece que o primo, filho-da-irmã-da-mãe-que-cresceu-junto-com-o-Marido, está se mudando para a área e o apartamento que ele e a esposa alugaram só vai ser entregue no final da semana.  Portanto, eles estão aqui em casa de mala e cuia. 

Marido explicou a minha situação para eles.  Eu pedi desculpas e ainda tentei explicar que normalmente não sou tão anti-social.  Me sinto mal, pois estou me desdobrando ao máximo para manter minha rotina de estudos e dar alguma atenção para eles.  Nada fácil, mas já até sai para comer fast-food três noites seguidas (!).   Hoje não aguentei e tirei um tempo que seria dos meus livros para cozinhar legumes no vapor e grelhar o peito de frango no George Foreman.  Me antecipei para que o jantar tivesse pronto antes do convite para  comer fora.  Deu certo!  Mas pena que o meu dia não começou tão certo assim. 

É assim:  Eu dou uma forcinha para a minha vizinha nos dias que ela precisa ir trabalhar mais cedo que o horário da escola da filha dela.  Então duas ou três vezes na semana eu deixo a Pequena no ponto do ônibus escolar.  A pontualidade do ônibus amarelo igual de filme merece um post a parte, pois não atrasa nenhum pentelhésimo de segundo, incrível.  Logo, eu também não posso atrasar.  Eu já entrei numa rotina tão precisa que se eu dormir 10 minutos a mais, eu preciso pular a parte do café ou a parte de esconder as olheiras com um corretivo.  E como não dá para sair de casa sem nenhum dos dois, eu prezo pelo horário.  E hoje pela manhã, tinha um carro  trancando a saída da garagem.  Carro dos meus queridos hóspedes que disseram que iriam sair super cedo, bem antes de mim.

O meu cortisol subiu as  alturas, em níveis nunca visto antes tão cedo assim.  Minha vizinha mora há algumas ruas depois da minha e, por causa do frio e da comodidade, eu levo a Pequena de carro.  Dessa vez quase fui andando pela rua, mas pensei melhor e resolvi ir lá em cima e bater na porta deles.  NADA.  Desci correndo para pegar meu telefone no carro.  Liguei para o trabalho do Marido cuspindo bala, achando ele o único culpado por isso tudo.  Nem falei alô, já foi saindo um “liga para eles AGORA e manda eles descerem que eu estou esperando na garagem”.  Eu esqueci que ele não pode entrar com o celular no prédio que trabalha, portanto, ele não tinha o número de ninguém.  E eu muito menos.  Como eles dizem aqui, I freaked out.  Desliguei o telefone dizendo que talvez ele tivesse que mandar consertar dois carros, o meu e o dela, porque eu ia passar por cima.

A irritação por causa da situação, o estresse da minha falta de tempo para estudar ter se tornado maior, raiva por ninguém poder me ajudar, frustração por eu ter que lidar com tudo isso, nervosismo da menina perder ônibus, virou tudo uma coisa só.  Sem pensar muito, comecei a manobrar o carro para frente e para trás.  Quando vi, já estava meio atravessada na garagem, ocupando o espaço do carro do Marido.  Foi aí que eu percebi que eu poderia sair dalí se eu usasse as minhas habilidades.  Eu espremi as latas de lixo que ficam na lateral da garagem e quase cai com a roda do carro dentro da jardineira lateral.  “Eu arranho o carro dela, mas não mato minhas tulipas”, era o que eu pensava naquela hora.  Não foi preciso nenhum dos dois.  Consegui manobrar o carro de uma maneira jamais pensada por mim antes e mal acreditei que tinha saído da garagem.  Deixei a Pequena e saí para tomar um café no Starbucks.  A raiva ainda saía em forma de fumaça pelos meus ouvidos.  

Na volta para casa, eu liguei o som do carro e tava na rádio que ouço sempre, a WGTS.  É uma estação cristã, mas sem nenhuma relação ou associação com nenhuma religião específica.  As músicas religiosas fogem completamente do meu antigo conceito de “música de igreja” e os assuntos abordados são os mais positivos e construtivos possíveis.  Um conceito muito interessante!  E foi alí que a minha raiva passou.  Entre uma música e outra, entrou um mini-quadro que tá sempre dando dicas sobre como educar os filhos, como enfrentar situações de doença, problemas no trabalho, na família, além de pensamentos e atitudes legais.  Ele começou dizendo que a palavra do dia era hospitalidade.  “Você tem praticado a hospitalidade?”  Putz, senti todos os pêlos do meu braço arrepiar, aquilo era para mim.  E realmente era.  Eu não poderia estar misturando os meus sentimentos e descontar em forma de raiva em cima dos outros.  Em dois ou três minutos que eu ouvia sobre o significado da palavra, de como isso era nobre, o que representa, etc, eu fui me envergonhando e reconhecendo a minha falta de sensibilidade.  Fiquei chocada com a coincidência de ligar o rádio e ouvir o que eu ouvi, naquele momento.  Desliguei o rádio.  Me senti pequena demais.  Fiquei quieta com meus botões pensando.  Acabei chegando em casa mais leve e cada vez mais certa de que tem alguém lá em cima que se comunica comigo através de sinais.

 

Ex corde.         

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Morangos & Amoras

morango-e-amoras

Batidos no liquidificador com leite desnatado e splenda

O dele com chantilly, o meu sem.   

Caiu super bem num finalzinho de tarde chuvoso.

 

Ex corde.

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Eu acho é pouco

mms

 

Ex corde.

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reunited-by-a-kidney

Fonte: msnbc.com

“Eles eram um típico casal americano:  eles se casaram, criaram duas filhas, então se viram brigando com problemas financeiros e tiveram um típico divórcio americano.  Até que Jim Tobin adoeceu seriamente devido a problemas renais onde apenas um  transplante poderia salvar a sua vida.  Sua ex-esposa, Bernadette Tobin, foi chamada para ser testada e descobriram que ela era totalmente compatível com ele.

E assim, ela deu o seu rim para ele e ele deu seu coração de volta para ela.

Graças a esse presente da vida, o casal que já tinha se apaixonado uma vez, se apaixonou novamente.  E no domingo passado, eles casaram-se novamente na cidade onde eles moravam – 17 anos depois do divórcio e 10 anos depois do transplante de rim que salvou a vida de Jim Tobin.”

(…)

História bonitinha demais!  Você encontra mais detalhes aqui, em inglês.

 

Ex corde.

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* TPM mode on *

Amooooor, vem cááááá…  Você me ama?  Amo.  Muito?  Muitão.  Tem certeza?  Siiiimmm.  Mas você acha qu…  DO YOU LOOOVE ME?  DO YOU LOVE ME?  DO YOU LOOOVE ME?  (…)

 

Foi aí que a dancinha começou com ele cantando a bendita música que não sai mais da minha cabeça.  Risada na certa para espantar todo o meu drama.  Garoto esperto!

 

 

Mas isso já faz quase uma semana e o “like a mashed potato” continua agarrado na mente da pessoa… rs…  Vira e mexe e eu me pego cantando a parte  da mashed potato… Hihihi…  Existe algum truque para mudar esse disco furado?  Não aguento mais o purê de batatas no meu ouvido.. rs…

 

Ex corde.

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