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Archive for setembro \18\UTC 2009

Vida de Imigrante

uscis

Foi preciso dar uma parada na organização das fotos da viagem para preparar a papelada de renovação do meu green card.  Eu preciso provar nesse momento que minha relação é verdadeira, que continuo casada e que não me casei em troca daquele cartãozinho!  Tarefa fácil, temos documentos de sobra.  O mais difícil é sentar e reunir tudo, fazer cópias, preencher formulário, blá, blá, blá.  E o mais chato é ter que desembolsar mais por isso: o processo é sempre salgadinho e as taxas só fazem aumentar!      

O quanto antes eu enviar a documentação, mais cedo eu recebo o novo.  Assim eu fico livre da imigração americana por mais nove meses, tempo no qual já posso aplicar para a cidadania.  Outro capítulo dessa novela, ai ai!

Quero ver se coloco o pacote no correio amanhã de manhã e para isso preciso correr!  Fui ;)

 

Ex corde.

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De volta pra casa!

 

Viajar é uma delícia, mas voltar para casa é melhor ainda!  Seis países em duas semanas é muita coisa.  O tempo nunca era suficiente e o cansaço era sempre demais, mas a animação nunca nos deixava na mão e sempre sobrava.  Fechamos a viagem com esse pôr do sol belíssimo nas nuvens na chegada aos Estados Unidos.  Não me cansei de agradecer à Deus por ter nos levado e trazido em paz, sem nenhum problema durante a viagem inteira. 

sunset

Saímos da Alemanha às 18 horas de lá e enfrentamos um vôo de sete horas e meia de duração.  Por causa do fuso horário, deu a sensação de que viajamos no tempo.  O avião pousou às 20h hora local, mas meu relógio biológico me dizia que eram duas horas da madrugada.  Mesmo depois de uma noite de sono, agora ainda sinto um cansaço esquisito… Deve ser o jet lag mesmo!  

Preciso reorganizar a casa, a rotina, o sono e ainda matar a saudade da Filozinha!  Ela está ótima, foi muito bem cuidada pelo nosso vizinho gente finíssima.  Mas como essa gatinha gosta de atenção, ela está extremamente carente.  Já miou tanto que agora está até rouca!  Morro de rir a cada miado rouco que ela solta.. rs!   

Com a conexão de internet de casa, vai ser mais fácil voltar a postar.  Pagar 5 euros por cada 30 minutos de internet estava me mantendo longe do computador mesmo naqueles micro momentinhos onde daria para mandar notícias.  Então em breve, muitas fotos!

Ex corde.

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Batata ou Frango?

Batatinhas francesas com gosto de frango assado para distrair durante a viagem na estrada.  Depois de morder uma, deu a sensação de estar mastigando frango.  Estranho demais!

batatinhas

Ex corde

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Bicicletas em Bruxelas

Chegamos na Bélgica no final do dia e já curtimos um pouco da cidade.  A primeira impressão não foi a melhor, mas depois descobrimos lugares charmosinhos, lojas bacanérrimas, muita gente circulando nas ruas e um gaufre delicioso!  

Já venho paquerando essas bicicletas daí de baixo pelas cidades que passamos pela praticidade e pela graciosidade!  Hoje à noite nós estudamos  como elas funcionam e amanhã vamos alugá-las para circular por Bruxelas.  Estou animada! 

Bikes in Brussels

Ex corde.

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Uma Aventura Chamada Space-A

Mais ou menos perto de onde moro existem três lugares com vôos militares regulares para os mais diversos locais. Subindo mais um pouco no mapa ainda encontramos mais uma base militar com vôos que nos interessam e descendo mais um pouco também. Resumindo: tínhamos opções. Escolhemos a que nos era mais conveniente e traçamos um plano. Como estamos viajando com um casal de amigos, decidimos economizar no estacionamento. Fomos para a casa deles e de lá seguimos os quatro num carro só. O carro vai ficar parado no aeroporto de Baltimore, uma cidade em outro estado, onde existe um terminal militar dentro aeroporto comum. Minha ignorância já começou aí pois eu nem sabia que isso existia… rs!

Os vôos militares para os militares que não estão de serviço e seus dependentes são chamados Space-A. Nesse esquema, existe uma lista de prioridades que determina quem vai primeiro e quem vai depois. Militares em serviço sentam no topo da lista com prioridade máxima – tinham uns cem deles uniformizados no terminal do aeroporto e eu já comecei a ter frio na barriga achando que a gente ia ficar. Praticamente todos vão para a Turquia e de lá, segundo o Marido, devem ser mandados para as áreas de conflito. Não lembro quem tinha prioridade depois deles, mas lembro que a gente cai na classificação número três. Depois da gente só os dependentes de militares desacompanhados dos respectivos e por último os militares aposentados. Tinham dois casais de velhinhos lá tentando embarcar que contaram das muitas viagens que eles já fizeram, uma graça. Dentro dessas classificações, ainda existe outra ordem de prioridades de acordo com outros parâmetros pré-estabelecidos. Marido fez o dever de casa direitinho e aprendeu vários truques para maximizar as chances de conseguir embarcar. Mas vale ressaltar que a sorte também tem um papel importante nisso tudo. Chegamos no aeroporto quase 5 horas da tarde e fizemos nosso registro no balcão da AMC (Air Mobility Command). Sentamos e esperamos a hora da chamada! É que funciona assim: com o registro feito, as pessoas são organizadas de acordo com as prioridades e o número de assentos disponíveis no avião. Quando deu 6 horas em ponto, eles foram anunciando a lista de passageiros. Até esse momento, ainda não tínhamos como saber se ia rolar ou não. Tava batendo um nervosismo estranho..!  Tensão total. Eles chamavam de quatro em quatro e os nossos nomes não estavam aparecendo. Quando a gente já estava cogitando a possibilidade de tentar o outro lugar com um vôo para mais tarde da noite, TCHARAM, nosso sobrenome foi chamado. Não ouvi porque naquela altura eu já estava nervosona, com fome e o inglês já foi ficando precário… rs.. Mas peguei minha malinha e segui o Marido. Me senti andando no hall da fama pois todo mundo olhava para a gente desejando estar no nosso lugar.

Quando recebemos o carimbo de APPROVED no nosso documento, ficamos sabendo que tínhamos pego os dois últimos lugares disponíveis no avião. Mas e o nosso casal amigo? Ai, que chato.. O rapaz do balcão informou que eles eram os próximos e caso os outros quinze nomes reservados para aquele vôo não aparecessem, eles seriam chamados imediatamente. Já sabíamos que ou iam os quatro ou não ia ninguém, então o negócio era torcer. Ficamos mais meia hora sofrendo ali com o nosso documento livre nas mãos. Papo vai, papo vem e nossos amigos finalmente foram chamados! Que alívio! Pagamos 15 dólares por pessoa para taxas e só. Nada mal para atravessar o Atlântico, não acha? Vôos militares funcionam, mas é preciso ter um plano B na manga e estar preparado para não se frustrar. Os velhinhos aposentados não conseguiram dessa vez. Agora estou aqui, escrevendo de dentro do avião para tentar me distrair pois olho pela janela e não vejo nada – oceano Atlântico lá me baixo. MEDO! O avião é do tipo comercial, gigante, menos mal. Acabamos de jantar e eu vou tentar dormir um pouco para não sentir tanto a diferença do fuso horário. Vamos chegar em Ramstein, na Alemanha às 10 horas da manhã hora local. No meu relógio biológico ainda seriam 2h da madrugada. Obrigada pela torcida, deu tudo certo. Assim que eu tiver uma conexão de internet, eu vou postar esse post. E em breve, fotos!

Ex corde

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