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Archive for janeiro \31\-05:00 2010

Depois que uma amiga mineira que mora por estas bandas me ensinou a misturar polvilho doce com leite, óleo, ovos, queijo e assar por 20 minutinhos no forno, eu nunca mais gasto 5 dólares por um pacote do pão de queijo congelado.

Gasto uns quinze minutos preparando e mais outra meia hora enrolando aquela massa toda.  A receita rende horrores e eu aprendi a congelar o meu próprio pão de queijo.  Marido é capaz de comer baldes e baldes de tão gostoso que fica!  Hoje eu preparei mais um tantão.  Fresquinho, quentinho, recém saído do forno acompanhado de chocolate quente…  é irresistível.

Fechamos o domingo assim:

Ex corde.

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Icicle

Morar nos Estados Unidos é estar exposto a novas palavras que simplesmente não existem em português.  Não há tradução porque certas coisas não existem no Brasil, e obviamente são coisas que eu nunca tinha visto antes.  Aproveitando o momento inverno que estou vivendo agora, a palavrinha nova que exemplifica o que eu estou querendo dizer é a que está aí em cima no título do post.

Icicle é o nome dado para a água que congela quando ela está escorrendo/pingando de algum lugar.  Na verdade, não é mais água; já é um palitinho de gelo que fica pendurado e é a coisinha mais engraçadinha.  Os icicles podem ser vistos em vários lugares, telhados, janelas, árvores ou qualquer coisa que esteja lá fora no frio.  Na época de Natal é comum ver decoração para árvore de Natal que imita os tais palitinhos. 

Ontem eu me deparei com um carro que estava no estacionamento de uma loja e tinha vários icicles no para-choque.  Não resisti e tirei uma foto!

E lá vou eu me divertindo com as coisas novas que vou aprendendo!

Ex corde.

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Sábado de neve

Acordar sábado de manhã e ver tudo branquinho pela janela é uma delícia.  Mais gostoso ainda é ver os flocos de neve caindo numa graciosa dança.  E para completar, o meu coração se esquenta todo ao sentir o cheiro de café fresco subindo pela casa e ouvir o Marido gritar que o café da manhã está pronto!  Eu consigo até esquecer do frio que está fazendo lá fora, rs!

Fonte: weather.com

 

Bom final de semana!

Ex corde.

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Ganhamos um aspirador de pó de presente de casamento que deu o seu último suspiro há algumas semanas.  Poxa, eu só lembrava de ter crescido ouvindo a minha mãe dizer “Esse ventilador é mais velho que você, ganhamos no nosso casamento!”.  Será que já não produzem mais eletrodomésticos como antigamente?  Será que é uma diferença entre os países?  Mas peraí, coisa importada muitas vezes não é melhor que nacional?  Ou será que a Filó & seus milhões de pêlos voadores ultra finos foram responsáveis pela morte prematura do nosso querido aspirador de pó?  Ai, muitas perguntas invadem a minha cabeça agora.

Antes da sentença final, o nosso aspirador avisou de que estava querendo partir.  A escova que deixava o carpete limpinho parou de escovar.  Marido prontamente comprou a peça substituta e trocou ele mesmo, totalizando um gasto de 25 dólares.  Dentro de poucos meses, o aspirador não tinha mais poder de sucção nenhum, ponto final.  Marido foi rápido no gatilho e deu o veredicto: vamos jogar fora!  Ou melhor, quando eu procurei pelo aspirador, Marido já tinha colocado no lixo para ser reciclado.  COMO ASSIM??  A minha veia brasileira rachimbauniana (um dia eu explico isso!) esperneou bravamente tentando entender como assim ele tinha jogado fora algo que poderia ser consertado?!?! 

A lógica gringa foi a seguinte: essa peça seria algo mais complexo que ele não poderia trocar tão facilmente como a escova.  Assim, teríamos que mandar para a assistência técnica, o que custaria no mínimo 80 dólares para a mão de obra apenas.  A peça de sucção sabe Deus quanto custaria, mas se fosse o mesmo que a escova (o que é improvável!), o gasto seria de 105 dólares.  Isso tudo chutando por baixo, muito por baixo.  Marido então concluiu que é melhor jogar fora do que mandar consertar.  E ontem finalmente compramos um aspirador de pó novinho da silva por 127 dólares e eu me rendi ao gringo – é melhor comprar um novo!  Eu sou contra o consumismo desenfreado, mas percebi no bolso que a diferença de preço não vale a pena.  Aí está o bicho:

 

 

 E você?  Conserta ou joga fora?  É mais negócio mandar consertar no Brasil?   

Ex corde.

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