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Archive for março \29\UTC 2010

Bon Jovi Concert – TODAY!

Finalmente vou poder usar um dos meus presentes de Natal – ingressos pro show do Bon Jovi!  Um dos outros presentes foi o novo CD dele que não pára de tocar no meu carro desde dezembro.  Adoro!

Tô saindo de casa daqui há pouco e vou aproveitar cada minutinho de mais um momento feliz ao lado do Marido que, by the way, consegue me mimar como ninguém =))  Consigo até esquecer do que me espera amanhã cedo!

Boa segunda-feira para vocês também.

Ex corde.

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Sorvete de Banana

Fatiei as bananas em rodelas, coloquei numa travessa e levei para o congelador.  Depois de algumas horas eu fui transferindo aos poucos as rodelinhas congeladas para o multiprocessador, adicionei um tiquinho de leite desnatado e fui triturando tudo até alcançar uma consistência incrivelmente cremosa!  Em seguida eu acrescentei maple syrup para adoçar um pouco, misturei por mais um minutinho e voilà, estava pronto!  Servi com mais um pouco de maple syrup por cima e comi um tantão ali mesmo.  A foto foi tirada depois de uma noite no congelador – o que é perfeitamente okay, mas ele é melhor mesmo servido na hora com toda a cremosidade no seu melhor momento.  Delícia!

Eu tentei fazer primeiro no liquidificador, mas não deu certo porque o troço empacou como uma mula cega e não deu em nada.  Faz diferença usar o processador de alimentos!  E na próxima vez, estou pensando em usar mel para adoçar.  Acredito que deve ficar tão bom quanto!

A inspiração mais uma vez veio daqui e eu resolvi o problema das minhas bananas super maduras que estavam estragando na fruteira.  Adorei a solução saudável e simples!

Alguém já tentou essa receita?

Ex corde.

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Queijo Provolone

Aqui em casa sempre compramos os queijos bem americanos, bem processados, bem amarelos e que vem em embalagens individuais.  Como um gringo que se preze, Marido adora!  Eu não curto muito e recentemente passei a comprar queijos que por aqui são encontrados na parte de delicatessen do supermercado.  Eles custam um pouquinho mais, mas acho que vale super a pena poder comer uma mussarela fresquinha no sanduíche.  E outro dia comprei o provolone para variar e me decepcionei.

Fonte: derjaeger.net

O provolone que encontro por aqui é branquinho, macio e quase sem gosto nenhum – é quase uma mussarela.  Tentei explicar pro Marido a diferença de sabor do provolone brasileiro e ele achou a descrição parecida com os queijos que ele comia na Europa.  Não lembro de comer nenhum outro tipo de queijo provolone no Brasil que não seja o defumado.  E aqui eu ainda não vi o defumado!  Vou continuar procurando em lojas mais especializadas para ver se encontro.  E tomara que não seja tão mais caro porque essa conversa toda de queijo me deixou morrendo de vontade de comer o queijinho provolone brasileiro que vem amarrado na corda.  Ai, vontade!

Alguém aí no Brasil já encontrou o queijo provolone como esse que é encontrado aqui?

Ex corde.

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Censo 2010

Recebemos a cartinha outro dia, já preenchemos e já mandamos de volta.  Super simples, não fosse pela questão de sempre – qual a minha raça?

No Brasil existem brancos, pretos, amarelos, azuis, etc que se espalham por todo território nacional, mas todos se consideram brasileiros.  Por aqui as pessoas se diferenciam pela “raça”.  É meio estranho, vamos ver se eu consigo explicar.

Coloquei raça entre aspas porque existe uma certa confusão na definição de raça; uns confundem com nacionalidade, outros com descendência.  No meu entendimento as raças são branco, negro, indío, e os mestiços (misturas) provenientes delas como o caboclo (branco com índio), mulato (branco com negro) e o cafuzo (negro com índio).  E ao meu ver, qualquer dessas raças pode ter qualquer nacionalidade, ou seja, podem ser nascidos em qualquer lugar.  Aqui não funciona bem assim.  Se alguém diz que é americano, automaticamente as pessoas tiram a conclusão de que trata-se de um white american branquelo, loiro e de olhos claros.  E para evitar confusões, as pessoas se identificam logo como  african american (negro americano), por exemplo.  No caso de alguém proveniente do México ou da América Central ou do Sul, a coisa se enrola mais pois eles se identificam como latinos e/ou hispanos mesmo se tiverem nascidos nos Estados Unidos da América.  Eu entendo a questão da identidade cultural e tudo mais, mas no Brasil você não ouve os descendentes de japoneses se auto-denominarem JAPONESES uma vez que nasceram e se criaram no Brasil.  Eles são brasileiros.  As coisas não são bem assim com as segundas e terceiras gerações de estrangeiros em terras gringas.

Aí tem aquela questão com os termos latino e hispânico.  Até onde eu sei existem hablantes de español da raça branca  assim como existem aquelas misturas com índios no Peru, na Colômbia e negros de algumas ilhas do Caribe também.  Os termos latino/hispânico englobam várias raças, mas mesmo assim eles são usados como sinônimo de raça.

Aí você pesquisa o significado de hispânico e descobre que é tudo aquilo relacionado coma Espanha.  Todos os países que falam espanhol carregam a descendência hispânica, assim como as pessoas nascidas lá trazem a cultura hispânica consigo.  Mas ainda assim hispânico não é raça.  E os formulários americanos colocam hispânico como alternativa de raça.  Juro que não entendo.

Latino é muito usado alternadamente com o termo hispânico, mas na maioria das vezes é um pouco mais pejorativo.  Mas nada disso importa, pois latino/hispânico são encontrados nos formulários.  Aí você pesquisa o significado de latino e descobre que é tudo aquilo que vem do latim.  Aí eu me pergunto: por que ninguém se refere a um italiano ou um francês como latino?  Mais confusão na minha cabeça.

E a confusão aumenta mais ainda quando eu tenho definir a minha raça.  Tecnicamente eu sou uma mistura de branco com índio, mas saí mais para o lado dos ancestrais holandeses que colonizaram o nordeste do Brasil e de onde minha família do lado do meu pai ainda carrega alguns traços.  Eu cresci ouvindo me chamarem de branquinha e eu realmente sempre estive entre os mais clarinhos na turma de amigos.  Mas por aqui branco é branco mesmo e eu caio numa zona cinza difícil de definir, fisicamente falando – gera confusão.  De hispânica eu não tenho nada porque os espanhóis perderam a disputa e foram mandados embora do Brasil na época da colonização.  Posso ser considerada latina do ponto de vista geográfico pois o Brasil é o maior país da América Latina.  Mas como posso ser uma coisa e não ser outra dentro das definições americanas?  Depois de explicar que a única língua falada no Brasil é o português, fica difícil alguém aceitar a idéia de que eu sou latina.  Como assim uma “latina” que não fala espanhol?

Se você ainda estiver lendo esse post comprido, deve ter percebido a complexidade da coisa na hora de responder um simples questionário do censo.  Acabei colocando brasileira como raça, mesmo sabendo que a minha nacionalidade não é a minha raça.  Mas essa foi a única maneira de registrar quem eu realmente sou, pois não quero ser incluída em um grupo que não tem nada haver comigo.  Para se ter uma idéia, o meu arquivo no hospital me incluíu em um grupo de risco para uma condição genética relacionada aos descendentes de espanhóis.  Foi uma complicação sem tamanho contar essa história toda para que eles corrigissem o erro.  De repente se o governo americano tiver um tantão de brasileiros fazendo questão de serem vistos como brasileiros, certas generalizações vão aos poucos acabando.

E depois de enviar o nosso formulário do censo de volta, eu encontrei na internet um grupo que orienta brasileiros morando nos Estados Unidos a fazer a mesma coisa que eu fiz.  Achei super bacana que eu não sou a única que acho essas definições meio confusas.

Falando em censo, é ano de coletar informações no Brasil também?

Ex corde.

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Marido foi para um almoço de trabalho em um restaurante japonês onde você paga 10 dólares por pessoa e come tudo aquilo que seu estômago conseguir digerir.  Ele falou tanto do lugar que eu estava subindo pelas paredes com vontade de comer sushi – então fomos no nosso velho conhecido japa (vide foto).  Masssss, eu já comuniquei ao meu digníssimo que ele p-r-e-c-i-s-a me levar nessa casa dos 10 bucks.  E se o negócio for bom mesmo, acho que vamos virar sócios, ha!

Para quem vier me visitar e curtir um japonês, não deixe de anotar no caderninho de atrações!  Alguém mais curte comida japonesa?  Ou eu sou a única louca que seria capaz de comer sushi todo dia sem enjoar?

Ex corde.

Outro post sobre sushi:

Comendo no Japão

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A primavera chegou!

É algo super curioso sentir o impacto causado na minha vida pela mudança de estação – por muitos anos eu vivia em duas épocas do ano, uma com chuva e outra com muita chuva.  Talvez por isso eu adoro curtir cada detalhe particular de cada estação do ano e neste momento eu estou celebrando a chegada da primavera.

O relógio foi adiantado uma hora e com isso temos a impressão de que os dias estão mais longos.  Tá anoitecendo mesmo lá para depois das 7h da noite, bom demais!  As temperaturas estão bem amenas, agora mesmo estão fazendo 12 graus; mas quando o sol está no pico tem feito 20 graus.  Já botei os vestidos de volta no armário e já andei desfilando por aí com perna de fora.

Mas o mais legal de tudo é perceber que existe verde lá fora!  A grama, os arbustos, as árvores estão verdes minha gente!  Tem idéia que tava tudo seco desde setembro?  E a parte mais legal ainda é ver as minhas tulipas acordando:

Essa é super especial.  Eu trouxe o bulbo da Holanda e plantei no ano passado.  Tô toda felizinha de ver ela toda formosa.  Ela é pequenininha e parece que não vai crescer muito.  Minha vizinha chamou de “tulipa anã”, rs!  O engraçado é que se comparar com as outras, essa é nanica mesmo.  Vamos ver se os outros novos bulbos holandeses vão vingar assim como os bulbos antigos que já moravam aqui antes.

Tem como não gostar da primavera?

Ex corde.

Outros posts sobre a primavera:

As roupas da primavera

Primavera

Primavera e as tulipas

As tulipas amarelas

Dançando sob o sol

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Não dá para falar de New Orleans e não mencionar a culinária típica de lá.   Ela se destaca por usar muitos temperos e ser bem mais saborosa que a comida americana tradicional.  Me parece que  o estilo de vida no sul permite que as pessoas gastem tempo na cozinha preparando as refeições, e com isso o resultado é notável.  A influência francesa também deixou suas marcas com os bistrôs cheios de charme pelas ruas Bourbon e Royal.  Na primeira noite, jantamos no Maison de Ville The Bistro – um restaurante pequenininho e charmosérrimo com um chefe de cozinha que prepara pessoalmente cada prato.  A comida estava deliciosa e a simplicidade do lugar conseguia criar um ar requintado, se é que você me entende.  Algumas fotos do jantar onde comemoramos mais um mês de casamento:

Tapenade (pasta de azeitonas pretas)

Eu pedi uma salada com peixe de entrada.  Achei estranho quando comi o primeiro pedaço, porque o peixe estava gelado.  Mas segui a recomendação de comer o peixe junto com a salada e aí sim ficou gostoso.

Marido pediu uma sopa de tomate que estava deliciosa!

Nós dois pedimos a mesma coisa como prato principal: camarão com uma massa em forma de bolinha e aspargos.  Era de comer de joelhos, ahhh!

Depois da refeição francesa, partimos para algo mais local.  Foi aí que  aprendi algumas palavras novas como cajun e creole – ambas relativas a diferentes culturas presentes em New Orleans.  As placas anunciando a culinárina local estavam em todos os lugares:

Eu experimentei gumbo pela primeira vez, que é um prato típico do sul dos Estados Unidos e parece um ensopadinho com arroz.  A versão mais famosa é o gumbo de frutos do mar com direito a ostras e camarões.  É bem temperado e dependendo da mão do cozinheiro poder ser até um pouco apimentado. Olha o gumbo aí:

Notei que eles também comem bastante fritura por lá.  Estando perto do mar, as variedades de frutos do mar fritos são grandes.  Eu sinceramente não curto muito fritura porque sempre morro de azia depois, o que me incomoda bastante.  Mas mesmo assim eu pulei a parte das batatas fritas e experimentei o sanduíche de camarão empanado famosérrimo de New Orleans – o Poboy.   Tava uma delicinha, confesso!

Na categoria doces, me encantei com as pralines.  Vi uma senhora preparando-as e me lembrei muito dos doces mineiros, apesar de serem bem difererentes.

A gente estava apenas comprando temperos para trazer para casa e a moça nos deu duas pralines de brinde.  Enquanto caminhava na rua, eu resolvi provar.  Pra quê eu fui fazer isso?  Tive que voltar e comprar um caixa inteira para trazer para casa.  Delicinha!

A viagem cultural que acontece em New Orleans também passa pela cozinha.

É isso, pessoal!

Ex corde.

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