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Archive for maio \30\UTC 2012

Go Spurs Go

San Antonio Spurs_Ex corde

San Antonio tem um time de basquete profissional que compete na famosa liga americana, a National Basketball Association (NBA).  Nunca liguei para basquete e talvez por isso a minha surpresa foi grande ao descobrir o tanto de gente (incluindo brasileiros) que torce para o time da minha cidade!  E não é que o San Antonio Spurs é bom?  Dos trinta times profissionais, ele já está nas playoffs (semi-finais) do campeonato liderando a Conferência Oeste com vinte vitórias consecutivas. 

NBA Playoffs 2012_Ex corde  

A competição funciona mais ou menos assim: o país é dividido em duas conferências, a Leste e a Oeste com oito times em cada uma.  Os jogos são na verdade uma série de melhor de sete jogos.  Isso mesmo, dois times jogam um contra o outro sete vezes a não ser que um dos times ganhe quatro vezes.  É um esquema mais justo dando uma chance de recuperação para o time que não estiver muito bem naquele dia.  Mas haja jogo contra o mesmo adversário! 

Spurs x Thunder Game 2_Ex corde

A final da competição é decidida entre a série de melhor de sete entre o primeiro lugar da Conferência Leste e o primeiro lugar da Conferência Oeste com jogos alternados entre a cidade de origem de cada time.

Spurs x Thunder_Ex corde

E no domingo nós fomos para o primeiro jogo dos Spurs nas playoffs contra o Thunder, time de Oklahoma (uniforme azul nas fotos).  A arena estava lotada e o clima de quase-final de campeonato era contagiante. 

AT&T Center San Antonio Spurs Game_Ex corde

O ponto alto da noite foi ter tido a chance de assistir o jogo com um casal amigo queridíssimo que veio lá do Brasil para o primeiro jogo da NBA ever.  Além de torcer para o Spurs na companhia deles, ainda aprendi muitas regras que eu não conhecia!  Paty & Cadu, obrigada por gentilmente ceder as fotos e permitir que eu postasse aqui.

Spurs Playoff_Ex corde 

O San Antonio Spurs não jogou muito bem, deixou o adversário ganhar por alguns pontos no meio da partida (foto placar abaixo) mas acabou ganhando o jogo numa virada emocionante.  Pulamos e gritamos até ficar com a garganta doendo!  Engraçado como o futebol parece monótono na frente do basquete! 

Tiago Splitter Spurs_Ex corde

Descobri que tem um brasileiro jogando no Spurs, olha ele aí em cima!

Ginobilli Spurs_Ex corde

O animador da torcida era o mascote do time: um coiote com uma cara de doidão!  Ele era animado e conseguiu puxar a galera toda em vários momentos.

Mascote do San Antonio Spurs_Ex corde

O segundo jogo da série de melhor de sete jogos contra o Thunder de Oklahoma City foi ontem à noite e eu fiquei grudada na televisão assistindo.

Spurs Defense_Ex corde 

San Antonio Spurs jogou muito melhor, liderou a partida o tempo inteiro e venceu com muitos lances bonitos!  Jogar em casa com a ajuda da torcida também ajuda!  Tô preocupada em virar fã e querer acompanhar o resto dos jogos que serão em Oklahoma City

Go Spurs Go_Ex corde

Agora já estou na torcida para que San Antonio Spurs vença a Conferência Oeste e vá para a final.  Ih, já tô torcendo pelo Spurs.   

Final da Conferencia Oeste 2012_Ex corde

Já virei fã, será que tem volta?

Ex corde.

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Military Wife_Ex corde

É fazer parte de um mundo completamente novo e cheio de particularidades desconhecidas por uma grande quantidade de americanos civis.  É aprender aos poucos que você também casa com as Forças Armadas mesmo batendo o pé contra tudo relacionado a ela, inclusive não permitindo o noivo usar o tradicional uniforme no dia do casamento.  É perceber que os interesses de assuntos governamentais vem acima de qualquer outro interesse, principalmente os seus.  É um exercício de paciência.  É descobrir que nenhuma manifestação de carinho em público é permitida enquanto ele estiver uniformizado.  É ter que se acostumar com siglas para tudo e memorizá-las para poder engajar ativamente em qualquer conversa.  É entender que na vida real existem segredos de Estado assim como nos filmes americanos.  É aceitar que muita coisa você não pode saberÉ descobrir que seu marido não vai poder conversar sobre o seu dia de trabalho na hora do jantar.  E para algumas, é não saber o destino de certas viagens de trabalho.  Ser casada com um militar americano é aprender a odiar TDY e PCS.  É se familiarizar com PTSD.  É ter pesadelos e ataques de ansiedade só de ouvir a palavra deployment.  É saber que mais cedo ou mais tarde vamos lidar com a separação por meses a fio.  É se sentir confusa ao ouvir palavras patriotas de agradecimento de um estranho na rua: às vezes traz um sorriso no rosto, mas não alivia em nada os sacrifícios.  É aprender a reavaliar o conceito de distância.  É descobrir que a sua situação poderia sempre ser pior.  Muito pior.  É aceitar conviver com pessoas que não tem nada a ver com você, para descobrir que uma primeira conversa é capaz de durar longas horas.  É entender que esposas de militares dividem muitas similaridades independente das óbvias diferenças.  É descobrir que a sua vida profissional vai sempre estar em segundo plano.  E a pessoal também.  É saber que patente aquele simbolozinho significa.  É achá-lo irresistível de uniforme.  É saber diferenciar  a Força Aérea do Exército pela cor da bota ou pelo tom de verde do uniforme.  É conviver com um outro nível de pontualidade.  É ficar tão mal acostumada com os precinhos camaradas do Commissary a ponto de achar o Walmart um lugar caro.  É descobrir um comprometimento profissional que ultrapassa entendimento.  É pegar uma carona no Space A para passear na Europa.  É fazer muito mais amizades do que se julgava possível.  É descobrir que não existe um lugar perfeito e sempre algo ou alguma coisa ou alguém vai deixar saudades.  É saber o número do seguro social do marido na ponta da língua enquanto ainda troca a posição dos dígitos no seu próprio SSN.  É aprender a iluminar as próprias escuridões.  É se orgulhar de dar conta do recado que a princípio parecia ridiculamente impossível.  É assistir uma raivinha irritante pelas Forças Armadas crescer ano após ano.  É prometer para si mesma que nunca vai ler aquele livro inútil que ele deu no início do casamento e se dar conta que já leu todos os capítulos aos poucos, conforme diferentes situações foram surgindo ao longo dos anos juntos.  É descobrir que não vale a pena criar raízes profundas e mesmo assim conseguir florescer em qualquer lugar que for plantada.  É conhecer um “eu” que jamais existiria se não fosse a vida militar.  E o curioso é que eu entraria na mesma barca furada se tivesse que fazer tudo novamente.  Não preciso dizer que não seria pelas Forças Armadas, preciso? 

Ex corde.

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Todo amigo ou parente brasileiro faz uma cara meio-assim-sei-lá ao descobrir que eu geralmente almoço sanduíche e janto comida.  Logo após a natural expressão de estranhamento devido a diferença de culturas, às vezes ouço que um lanchinho mais leve é melhor.  Aí lá vai eu desenrolar um novelo de lã dizendo que a refeição da noite não necessariamente precisa ser o sagrado feijão com arroz brasileiro.  Ilustro a minha explicação com exemplos do cardápio seguido aqui em casa: dou o nome dos legumes que frequentemente são assados no forno com azeite e sal, digo que a salada verde é quase onipresente, o peito de frango é grelhado e aparece mais na mesa do que o bife.  Arroz branco não é comum.  Feijão uma vez no mês, no máximo.  Massa é uma raridade.  E algumas pessoas insistem que ainda é pesado.  Tudo bem, entendo a opinião de cada um.  Apenas finalizo a conversa dizendo que o jantar é a principal refeição da minha casa porque é quando eu tenho a chance de sentar com o Marido para comer gastando o nosso tempo juntinhos com qualidade.  As carinhas ficam mais simpáticas após essa frase.  Sempre.

Por aqui culturalmente é assim e talvez o almoço se chama lunch por não passar de um lanchinho mesmo.  Eu não tive a menor dificuldade de me adaptar a essa questão por ter morado sozinha no Brasil e já estar acostumada a correria do dia a dia.  Nunca almoçava em casa e cansei de comer sanduba na rua.  À noite eu tinha mais tempo para preparar uma saladinha com meu peito de frango.  Tá vendo, nada muito diferente do que é hoje.  Quer dizer, acho que a diferença maior é que hoje eu pego o sanduíche com as mãos no melhor estilo americano! Garfo? Faca? Guardanapo? Pra quê, Brasil?

Open Sandwich_Ex corde

E aí vai uma foto da inspiração do meu post de hoje: sanduíche aberto em uma fatia de pão integral com camarão refogado no azeite e no alho, com queijo e uma saladinha verde.  O guardanapo foi para limpar os dedos, tá?  E a idéia veio da mente autenticamente gringa da casa (a.k.a Marido) ao perceber o meu impasse com um tantinho de sobra de camarão que não era suficiente para um jantar pra dois.  Brilhante, amore!   

E você almoça comida e janta um lanchinho?  Ou vice versa?  Pega sanduíche com a mão?  Usa o garfo & faca?  Vou confessar que pizza só consigo pegar com as mãos e levar direto a boca!  Será que agringalhei?    

Ex corde.

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Motivacional

Motivacao_Ex corde

Há momentos na minha vida que só o chocolate salva!

Boa semana para você também!

Ex corde.

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Os diversos ângulos possíveis existentes para observar algo trazem infinitas maneiras diferentes e, ao mesmo tempo, apropriadas de analisar uma mesma situação.  Apenas as circunstâncias específicas conseguem definir com exatidão.  E ao quase atingir o décimo Dia das Mães geograficamente longe da minha, eu percebo o quanto muita coisa mudou e como antes tive dificuldade de conceber a idéia de passar essa data longe dela.  Mas os sentimentos ficaram mais amadurecidos ao longo dos anos e, como consequência, a nossa relação também!  Aprendemos cada vez mais juntas: eu melhoro como filha e ela melhora como mãe.  Aí entra a minha implicância com a maioria das propagandas voltadas para essa data tão comercial que é o Dia das Mães.  Falo do meu ponto de vista pessoal que uma relação entre mães & filhas não necessariamente nasce linda, pronta e acabada como tudo ao redor faz a gente acreditar.  Sinceramente, nenhuma relação!  Acho uma maldade enorme com a própria mulher/mãe esse culto ao instinto materno, ao amor incondicional e aquela amizade intocável com os filhos.  Se nós mulheres não somos perfeitas, como tentar associar as imagens de mãe e de perfeição?  Às vezes penso que muitas mulheres sofrem de depressão pós-parto pelo sentimento de inadequação à essa imagem incansavelmente cobrada pela sociedade.  Pelo menos uma (1) em cada cinco mães não sente amor à primeira vista pelo seu bebê recém-nascido e o sentimento de culpa que isso gera é avassalador.  E que mãe tem coragem de admitir isso em público?  Eu verdadeiramente não acredito que isso a torna uma péssima mãe.  Ela simplesmente é real com todas as imperfeições que podem ser trabalhadas.  É muita idealização, muito conto de fadas e pouco pé no chão que afetam mães que não se enquadram nos padrões e filhos que não conseguem simpatizar com esses sentimentos pregados.  Todo mundo perde.  Os relacionamentos são construídos e ajustados de acordo com as fases da vida que vivemos.  Isso é um fato óbvio, mas muita gente faz vista grossa ao continuar reproduzindo comportamentos que reinforçam esse mito da mãe quase santa.  Na boa?  Dia das Mães é todo dia numa construção incansável e recompensadora na relação com seus filhos.  Vamos celebrar as mães REAIS que contribuem nas nossas vidas dentro das suas limitações retribuindo todos os sacrifícios com a clareza de que todos somos imperfeitos.  Né não? 

E o que que a cenoura tem a ver com tudo isso?  Tem que ontem eu tive uma vontade enorme de comer um bolo de cenoura brasileiríssimo.  Passei no mercadinho da esquina, comprei quatro cenourinhas e liguei para a mamãe.  Eu poderia facilmente ter pesquisado a receita do bolo na internet, mas criei uma oportunidade para passar algumas horas no telefone com ela.  Mamãe e eu temos inúmeras diferenças de personalidade, idéias e temperamentos.  Mas também temos algo em comum: um imenso prazer em cozinhar.  Aprendi com minha mãe técnicas culinárias, identificar ingredientes, diferenciar sabores e principalmente, aprendi com ela toda a magia que envolve a preparação de uma comidinha recheada de amor.  Assim como ela, a cozinha é o meu local de terapia.  Minhas tias dizem que eu tenho o mesmo estilo da mamãe, que invento pratos, reaproveito e tudo sai gostoso.  Dizem ainda que sou rápida na cozinha igualzinha a ela.  E acho que isso é mal de família, pois a irmã da mamãe (vamos chamá-la de Tia-Madrinha) é a melhor cozinheira que existe daquelas que consegue reproduzir um prato que acabou de provar sem nem ter a receita!  Quem conhece sabe!  E o pedido daquela receita de bolo de cenoura que bate tudo no liquidificador envolveu a Tia-Madrinha que deu a sua incontestável palavra final na discussão sobre a quantidade de fermento que eu e mamãe debatíamos.  Quer um motivo mais gostoso para integrar a família? 

E como uma boa filha que se preze, eu teimei com a mamãe sobre o tamanho da forma.  Mas mesmo achando que não ia dar certo, acatei a sugestão dela que foi acertada.  O bolo cresceu muito mais do que eu achava e exatamente como mamãe tinha dito.  Eu fui contra dizendo que 30 minutos assando era muito tempo e chequei o bolo com vinte minutos apenas para descobrir que mamãe tinha razão – mais dez minutos foram necessários!  Segui a receita da minha Tia-Madrinha para fazer a calda, mas o chocolate em pó gringo se mostrou muito mais forte que o brasileiro.  A calda ficou chocolatuda demais da conta até para quem ama chocolate como eu.  E agora, mãe?  Segui as suas orientações e a calda de chocolate ficou perfeita.  Mas claro que eu não ouço tudo o que minha mãe diz, alguém ouve?  Ela me avisou para esperar o bolo esfriar antes de desenformar porque senão ele quebraria.  E eu esperei?  Não.  O bolo quebrou?  Sim.  Mãe, te amo.

Sobre Maes, Filhas e Cenouras_Ex corde

E a minha relação com a minha mãe é igual essa foto do bolo de cenoura aí acima que fiz ontem com ela do outro lado da linha do telefone: imperfeitamente deliciosa!  Fomos deixando de lado a busca da perfeição sem culpas e abraçamos com vontade as nossas afinidades.  Seguimos tropeçando nesses estereótipos e trombando de frente com esses padrões, só que nada consegue parar a gente porque o amor que sentimos uma pela outra é maior que tudo.  Por falar nisso, eu já disse que te amo hoje, mãezinha?

Feliz Dia das Mães não só hoje, mas todo santo dia!

Ex corde.

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Flores Silvestres do Texas

Texas Wild Flowers_Ex corde (10)

Texas Wild Flowers_Ex corde

Texas Wild Flowers_Ex corde (5)

Texas Wild Flowers_Ex corde (9)

Não inclui as típicas bluebonnets por não ter conseguido tirar nenhuma foto decente delas, mas ainda assim acredito que dá para ter uma idéia da graciosidade das flores silvestres que invadem o Texas na primavera crescendo por todos os lados espalhadas no meio dos matinhos.

Ex corde.

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Too Much Pepper is Not Good_Ex corde - Copy

É oficial: morar nos EUA me fez odiar pimenta do reino.  Antes eu gostava.  Tem um arroz de galinha divino que minha mãe faz que pede uma pimentinha do reino e eu sempre adorei.  Só que o uso exagerado dessa especiaria em terras gringas me traumatizou.  Sempre que o cardápio de um restaurante indica a tal pimenta como ingrediente, eu nunca peço o prato em questão.  Já dei várias chances antes de declarar oficial, mas chegou em um ponto que não dá mais.

Aí você pensa, tranquilo, é só não pedir nada que tenha pimenta do reino.  Certo?  Não.  A lista de pratos que estão contaminados com pimenta do reino sem nenhum aviso é loooonga.  Uma vez pedi um camarão empanado e vi de cara os pontinhos pretos que não deveriam estar ali.  Comecei a comer e senti o sabor forte da pimenta do reino predominando.  No terceiro camarão, minha boca ardeu demais e eu pedi o cardápio para ter certeza de que eu não tinha feito o pedido errado.  Não havia a menor informação de que o prato era apimentado & sobrecarregado da maldita pimenta do reino.  Reclamei.  Me ofereceram um outro prato e comi morrendo de medo de ter cuspe de alguém.  Outra vez pedi um feijãozinho como acompanhamento de um churrasco texano e foi a mesma história.  Centenas de pontinhos pretos flutuavam no caldo e conforme ia comendo, a boca ardia mais & mais com sinais claros de irritação local.  PQP, juro que não entendo a necessidade de acabar com o sabor próprio do feijão e impossibilitar paladares que não toleram pimenta de apreciar a comida.  Mais uma vez não havia indicação no cardápio sobre a presença da pimenta do reino.  Mais uma vez não consegui comer!  Minha tia uma vez pediu uma salada e o garçom ofereceu para moer um pouco de pimenta do reino fresca na hora.  Ela recusou e ficou surpresa com a oferta quando descobriu que a salda já estava quase incomível de TANTA pimenta do reino.  Tenho mais situações parecidas, mas que vou poupá-los pois a lista é longa mesmo!

Pimenta do reino não é sal, queridos compatriotas americanos!  O sal tem o papel de acentuar o sabor dos ingredientes.  Ele sozinho não tem gosto e na medida certa ele realça o gosto dos alimentos.  Já experimentou comer uma comida completamente insossa?  Pois é.  A mesma lógica não se aplica para a pimenta do reino.  Ela sozinha já é um tempero com um sabor marcante e que não combina com todo e qualquer tipo de comida.  Se usada em excesso, a pimenta do reino vai mascarar o sabor do prato deixando tudo extremamente picante com uma sensação de um ser obtuso ter invadido a comida.  Pena que enquanto ela estiver presente nas receitas com a indicação de uso a gosto, essa causa está perdida.  Curiosamente, receitas com um perfil mais gourmet fazem o uso da pimenta do reino com parcimônia.  Talvez a escola de culinária tenha treinado o paladar dos chefs de cozinha, o que não é algo muito observado entre a população geral americana (atenção, eu disse geral!).  Vide a comida extremamente sem graça deles!  Já pediu uma porção de legumes como acompanhamento em um restaurante de rede nacional?  Ou já provou um hamburger típico?  Todos vem praticamente sem tempero com a opção de adicionar uma tonelada de pimenta do reino para compensar!   

Alguém mais já teve alguma experiência desagradável com a presença onipresente da pimenta do reino na culinária americana?  Eu não curto dar uma de fresca e dizer que não como isso ou não como aquilo, mas esse exagero deles está causando uma reação igualmente exagerada da minha parte quase me fazendo sentar na mesa de um restaurante e avisar que eu sou alérgica a pimenta do reino.  Dá para não abusar da pobre pimenta, colega?

Ex corde.

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