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Archive for the ‘Cozinhando’ Category

Nada mais apropriado para quebrar um jejum de posts falando de comida.  Mais gostoso ainda quando se trata de sobremesa!  Mas atenção: se você está querendo perder alguns quilos extras como eu (Hello, baby fat!), não continue lendo essa página porque o que vem a seguir não vai contribuir em nada. 

Ou se joga na sobremesa como eu me joguei and be happy :)

Pudim de pao americano _ Ex corde

O pudim de pão americano não me lembra nem um pouco o pudim de pão brasileiro.  Eu demorei a simpatizar com ele porque eu achava que não valia a pena as calorias de uma sobremesa feita de pão.  Mas como o Marido sempre pede o bread pudding em restaurantes (é uma das sobremesas favoritas dele), eu acabo provando sempre.  Foi assim que aprendi a gostar.  E gostei tanto que aprendi a fazer em casa.  Você tem pão velho aí?      

Pao Frances_Ex corde

Quer testar essa receita?  É só começar cortando o pão francês em cubos. 

Ingredientes Pudim de Pao_Ex corde

Leve uma panela ao fogo médio para fazer uma mistura para molhar o pão: derreta a manteiga, adicione o leite, o açúcar, a canela, a essência de baunilha e uvas uva passas.  Mexa até o açúcar se dissolver.  Apague o fogo e acrescente uma colher de sopa e meia de rum.

Bread Pudding_Ex corde

Despeje a mistura no pão francês cortado em cubos e deixe por uns 30 minutos até o líquido ser absorvido.  Em seguida, acrescente 4 ovos batidos.     

Bread Pudding  _ Ex corde

Transferir o pão para uma assadeira untada e levar ao forno por 40-50 minutos.

Bread Pudding ready to bake_ Excorde

Descobri que o tamanho da assadeira afeta o produto final.  Para fatias de pudim de pão mais altas com uma textura mais mole e molhada, uma assadeira quadrada de aproximadamente 20 cm (9 inches) é o mais indicado.  Para fatias mais finas com uma textura mais seca quase crocante, uma assadeira retangular de 22 x 30 cm (9 x 13 inches) deve ser usada.  Fica ao seu gosto!

Bread Pudding _  Excorde

Enquanto o pudim de pão estiver assando, é hora de fazer a calda de manteiga de rum!  É só misturar na panela em fogo baixo a manteiga, o açúcar e o creme de leite mexendo sempre até o açúcar se dissolver.  Cuidado para não deixar ferver porque senão a calda cristaliza e a textura muda.  Não fica bom.

Bread Pudding _ Excorde

Apague o fogo e acrescente o rum.  Essa belezura é que dá todo o toque especial nessa calda.  Que calda!  E a calda do pudim de pão americano é poderosa – pode transformar no melhor pudim que você já comeu ou no pior.  Eu usei um rum escuro que trouxemos da Jamaica, mas já li que dá para fazer com conhaque também .  Use o que você tiver à mão.

Pudim de pao americano_ Excorde 

E quando o pudim estiver dourado por cima, tire do forno, corte em fatias e sirva quente mesmo acompanhada da calda de manteiga de rum igualmente quente.  Uma bola de sorvete de baunilha vai ajudar a alcançar a perfeição.

DSC_0662

O negócio é bom demais, minha gente!

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Receita do Pudim de Pão Americano com Calda Quente de Manteiga de Rum

 

INGREDIENTES

Para o pudim

    7-8 xícaras de pão francês cortados em cubos

    • ¾ xícara de açúcar mascavo

    • 3 xícaras de leite

    • 4 colheres de sopa de manteiga

    • 1 colher de chá de canela em pó

    • 1 colher de chá de essência de baunilha

    • ⅔ xícara de uva passas

    • ¼ xícara de rum, dividido

    • 4 ovos batidos

Para a calda

    • ⅓ xícara de creme de leite

    • 1 xícara de açucar granulado

    • ½ xícara de manteiga

 

INSTRUÇÕES

  1. Para o pudim de pão, corte o pão francês em cubos e coloque numa vasilha grande.  Numa panela média sob fogo baixo, derreta o açúcar mascavo, leite, manteiga, canela, essência de baunilha, uva passas e uma colher de sopa e meia de rum.  Mexa constantemente até o açúcar dissolver.  Coloque a mistura junto com o pão cortado em cubos e deixe por 30 minutos.
  2. Aqueça o forno a 180 graus C.  Adicione 4 ovos batidos na mistura de pão e misture gentilmente.  O pão deve ficar completamente saturado com o ovo e a mistura de leite.  Transfira para uma assadeira untada e leve ao forno por 40 – 50 minutos até dourar.  Não deixe assar demais para que o pudim não fique seco.
  3. Para a calda, derreta a manteiga com o açúcar granulado e o creme de leite em uma panela em fogo baixo.  Não deixe ferver para que a calda não cristalize.  Quando todo o açúcar dissolver, retire a panela do fogo e acrescente 1½ colher de sopa de rum.  Cubra a fatia de pudim de pão com a calda quente antes de servir.

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Ex corde.

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Salada de Quinoa

Salada de Quinoa_Ex corde

Enquanto meia xícara de quinoa cozinhava na panela, eu cortava em pedacinhos o tomate, a cebola roxa e a salsinha.  Depois misturei as verdurinhas com a quinoa cozida e ainda acrescentei uma cenoura ralada bem fininha (não está na foto).  Temperei com azeite de oliva, um splash de suco de limão e sal.  E para terminar, joguei uns pedaços de queijo feta.  Servi com alface verde, alface roxa e rúcula para acompanhar o peito de frango grelhado.  Ficou divino!

E com a ajuda da quinoa eu começo a maratona para perder os quilos extras que ganhei nas longas sessões de estudos!  Porque estudar engorda!  Tenho misturado diferentes ingredientes com essa bichinha para fazer saladas com uma certa "sustância”, sabe?  E funciona!!  Aceito mais idéias de como usar a quinoa.  Se você tiver uma receita, divide aí nos comentários que eu vou testar ;)

Ex corde.      

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Essencia de baunilha_Ex corde

Baunilha_Ex corde

Vodka_Ex corde

Baunilha e Vodka_Ex corde

Essencia de baunilha _Ex corde

Daqui alguns meses eu volto para dizer se deu certo ou não! =)

Ex corde.

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Os diversos ângulos possíveis existentes para observar algo trazem infinitas maneiras diferentes e, ao mesmo tempo, apropriadas de analisar uma mesma situação.  Apenas as circunstâncias específicas conseguem definir com exatidão.  E ao quase atingir o décimo Dia das Mães geograficamente longe da minha, eu percebo o quanto muita coisa mudou e como antes tive dificuldade de conceber a idéia de passar essa data longe dela.  Mas os sentimentos ficaram mais amadurecidos ao longo dos anos e, como consequência, a nossa relação também!  Aprendemos cada vez mais juntas: eu melhoro como filha e ela melhora como mãe.  Aí entra a minha implicância com a maioria das propagandas voltadas para essa data tão comercial que é o Dia das Mães.  Falo do meu ponto de vista pessoal que uma relação entre mães & filhas não necessariamente nasce linda, pronta e acabada como tudo ao redor faz a gente acreditar.  Sinceramente, nenhuma relação!  Acho uma maldade enorme com a própria mulher/mãe esse culto ao instinto materno, ao amor incondicional e aquela amizade intocável com os filhos.  Se nós mulheres não somos perfeitas, como tentar associar as imagens de mãe e de perfeição?  Às vezes penso que muitas mulheres sofrem de depressão pós-parto pelo sentimento de inadequação à essa imagem incansavelmente cobrada pela sociedade.  Pelo menos uma (1) em cada cinco mães não sente amor à primeira vista pelo seu bebê recém-nascido e o sentimento de culpa que isso gera é avassalador.  E que mãe tem coragem de admitir isso em público?  Eu verdadeiramente não acredito que isso a torna uma péssima mãe.  Ela simplesmente é real com todas as imperfeições que podem ser trabalhadas.  É muita idealização, muito conto de fadas e pouco pé no chão que afetam mães que não se enquadram nos padrões e filhos que não conseguem simpatizar com esses sentimentos pregados.  Todo mundo perde.  Os relacionamentos são construídos e ajustados de acordo com as fases da vida que vivemos.  Isso é um fato óbvio, mas muita gente faz vista grossa ao continuar reproduzindo comportamentos que reinforçam esse mito da mãe quase santa.  Na boa?  Dia das Mães é todo dia numa construção incansável e recompensadora na relação com seus filhos.  Vamos celebrar as mães REAIS que contribuem nas nossas vidas dentro das suas limitações retribuindo todos os sacrifícios com a clareza de que todos somos imperfeitos.  Né não? 

E o que que a cenoura tem a ver com tudo isso?  Tem que ontem eu tive uma vontade enorme de comer um bolo de cenoura brasileiríssimo.  Passei no mercadinho da esquina, comprei quatro cenourinhas e liguei para a mamãe.  Eu poderia facilmente ter pesquisado a receita do bolo na internet, mas criei uma oportunidade para passar algumas horas no telefone com ela.  Mamãe e eu temos inúmeras diferenças de personalidade, idéias e temperamentos.  Mas também temos algo em comum: um imenso prazer em cozinhar.  Aprendi com minha mãe técnicas culinárias, identificar ingredientes, diferenciar sabores e principalmente, aprendi com ela toda a magia que envolve a preparação de uma comidinha recheada de amor.  Assim como ela, a cozinha é o meu local de terapia.  Minhas tias dizem que eu tenho o mesmo estilo da mamãe, que invento pratos, reaproveito e tudo sai gostoso.  Dizem ainda que sou rápida na cozinha igualzinha a ela.  E acho que isso é mal de família, pois a irmã da mamãe (vamos chamá-la de Tia-Madrinha) é a melhor cozinheira que existe daquelas que consegue reproduzir um prato que acabou de provar sem nem ter a receita!  Quem conhece sabe!  E o pedido daquela receita de bolo de cenoura que bate tudo no liquidificador envolveu a Tia-Madrinha que deu a sua incontestável palavra final na discussão sobre a quantidade de fermento que eu e mamãe debatíamos.  Quer um motivo mais gostoso para integrar a família? 

E como uma boa filha que se preze, eu teimei com a mamãe sobre o tamanho da forma.  Mas mesmo achando que não ia dar certo, acatei a sugestão dela que foi acertada.  O bolo cresceu muito mais do que eu achava e exatamente como mamãe tinha dito.  Eu fui contra dizendo que 30 minutos assando era muito tempo e chequei o bolo com vinte minutos apenas para descobrir que mamãe tinha razão – mais dez minutos foram necessários!  Segui a receita da minha Tia-Madrinha para fazer a calda, mas o chocolate em pó gringo se mostrou muito mais forte que o brasileiro.  A calda ficou chocolatuda demais da conta até para quem ama chocolate como eu.  E agora, mãe?  Segui as suas orientações e a calda de chocolate ficou perfeita.  Mas claro que eu não ouço tudo o que minha mãe diz, alguém ouve?  Ela me avisou para esperar o bolo esfriar antes de desenformar porque senão ele quebraria.  E eu esperei?  Não.  O bolo quebrou?  Sim.  Mãe, te amo.

Sobre Maes, Filhas e Cenouras_Ex corde

E a minha relação com a minha mãe é igual essa foto do bolo de cenoura aí acima que fiz ontem com ela do outro lado da linha do telefone: imperfeitamente deliciosa!  Fomos deixando de lado a busca da perfeição sem culpas e abraçamos com vontade as nossas afinidades.  Seguimos tropeçando nesses estereótipos e trombando de frente com esses padrões, só que nada consegue parar a gente porque o amor que sentimos uma pela outra é maior que tudo.  Por falar nisso, eu já disse que te amo hoje, mãezinha?

Feliz Dia das Mães não só hoje, mas todo santo dia!

Ex corde.

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Blueberry Muffins

Esses são os melhores blueberry muffins que já saíram do meu forno. 

Blueberry Muffins_Ex corde

O grande diferencial deles é que uma parte da quantidade de frutas vai para a panelinha com açúcar até virar uma espécie de compota, que depois é incorporada na massa do bolinho. Dessa maneira, o sabor da fruta se difunde mais uniformemente sendo notado a cada mordida.  A outra parte das frutas vai intacta na massa para dar a sensação de estar comendo blueberries de verdade. 

Blueberry Muffins_Ex corde (2) 

Os muffins criaram uma casquinha dourada por fora deliciosamente crocante ao mesmo tempo que por dentro estavam super molhadinhos.  Ainda fiz uma farofinha de amêndoas com açúcar para jogar em cima do melhor muffin de blueberry ever!  O último deles morreu na manhã do terceiro dia deixando aquela vontade de quero mais.  E isso porque eu sempre disse que não dou a mínima para esses bolinhos…  

Ex corde.

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Bolinho de Milho

Enquanto o cheiro do café fresco exalava pela casa, os bolinhos assavam no forno.  A receita veio do pacote da farinha de milho, mas foi adaptada.  Sempre coloco quase o dobro de açúcar e tem que ter milho de verdade para rechear.  É assim que a gente gosta!  Os bolinhos são devorados recém saídos do forno partidos ao meio e com um pouco de manteiga derretendo por cima.  É assim que a gente costuma começar um final de semana preguiçoso – na companhia de bolo de milho caseiro delícia! 

Bolinho de Milho_Ex corde

Essa receita nada especial é usada em dias comuns onde o objetivo é não fazer nada juntos além de descansar & relaxar.  Curiosamente esses bolinhos passaram a ter um sabor para lá de extraordinário e muito especial ao longo dos anos.  Eles celebram a simplicidade da vida onde comer a metade do bolinho do Marido enche o meu coração de alegria!  Parece algo pequeno demais para significar tanto, mas é que aprendi que ter tempo disponível e saúde física & mental para apreciar as pequenas alegrias da vida vale ouro!

Ex corde.  

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Dessert Hamburger Sliders

A idéia saiu na revista da Martha Stewart desse mês e após encontrar algumas fotos na internet de outras pessoas que fizeram esses fofos, eu fiquei cheia de vontade de reproduzir em casa também.  Acabei recrutando o Marido para executar o projeto comigo no fim de semana!  Nos divertimos muito!! :)

Dessert Hamburger Slider_Ex corde

O pão são dois cookies de manteiga de amendoim tãããão gostosos que até eu que não curto peanut butter gostei deles.  Foram assados com um pouco de semente de gergelim em cima para ficar mais parecido com um pão de hamburger ainda.

Peanut Butter Cookies _Ex corde

A carne é feita de brownie de chocolate (de caixa) cortado em círculos pelo maridón com uma taça de vinho do Porto cheia de classe – not!  Hahaha!

Brownie_Ex corde

A mostarda e o ketchup eram royal icing (glacê feito com ovo e açucar) com corantes para comida.  E o alface era côco ralado com corante verde.  O corante comestível foi o maior pentelhinho na execução dessa receita divertida.  Para início de conversa, vamos ignorar que o troço é química pura, tá bem?  Eu cresci tendo sérias crises alérgicas todas as vezes que comia algo com corante e talvez por isso tenha um certo horror a coisas artificialmente coloridas.  Tive que exercitar o meu lado esportivo para poder entrar nessa brincadeira!

Royal Icing_Ex corde

A instrução da embalagem avisa que é para usar de gota em gota porque a intensidade da cor aumenta com o passar das horas.  Mas como saber que cor vai ficar?  E não achei corante vermelho para o ketchup.  Então usamos bastante do corante rosa que deixou o glacê quase vermelho, mas que-sei-lá-por-quê saiu laranja na foto.  JURO que ao vivo ficou vermelho parecido com ketchup!

Dessert Hamburgers Sliders_ Ex corde

A pequena linha de produção foi divertida de fazer, mesmo sujando tudo.

Mini Dessert Hamburgers_Ex corde

O melhor (ou pior!) de tudo é que os mini-hamburgers ainda são deliciosos!  Os cookies ficam crocantes por fora e molinhos por dentro enquanto o brownie acrescenta uma textura macia saborosa!  Mal dá para sentir o gosto dos flocos de côco e o glacê não deixa tudo exageradamente doce como eu achei que fosse ficar.  Esses hamburguinhos são tãããão gostosinhos a ponto d’eu comer vários sem nem lembrar que usei corantes.

Ainda tenho alguns, alguém quer?

Ex corde.

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